É um fenômeno da natureza
Rabiscar nossa história
Na minha mente, rara beleza
Antes que tudo evapore.
Um desperdício de tempo
Resgatar um corpo estirado
Sobre uma cama de vento
Enquanto comete acertos.
Meus órgãos vitais
Buscam a cada segundo você
Compreenda meus sinais
Propôs essa função exercer.
Questione o azul do céu
Quanto mais difícil
Colar um a um o pedaço de papel
Sem deixar aparecer cicatriz.
Farei teu corpo chover
Engasgar antes
De outro gole beber
Diretamente da fonte.
Enquanto teu sangue correr
E o músculo enrrijecer
Cubra a ferida, faça com que estanque
Não haverá parto para nascer.
Me faça dos erros seu doador
Não quero meus olhares esconder
A menos que sejam escondidos por você
Seja qual for a dor, não tenho mais o que perder.
... enquanto és caçador, aprende a controlar, a mente finge dor, sem fazer os olhos marejar.
quarta-feira, 29 de junho de 2016
terça-feira, 21 de junho de 2016
Orgulho eleito
Ontem peguei-me pensando
Revivendo outras histórias
Que aqui nesse teu leito
Hoje são mais do que vitórias.
Você dizia que muito errei
E todas as vezes não teve resposta
Não que eu não reconhecesse
Algumas vezes até concordei
Mas o que eu iria dizer estava aquem
Ou gostaria de ouvir o que te convém?
Ah se esse teu leito falasse...
Eu não seria traidor
Eu teria abrigo
Eu não seria um complicador
Eu teria a razão comigo
Eu não falharia mais
E você não mais dormiria
Nesse leito que hoje tens dormido.
Revivendo outras histórias
Que aqui nesse teu leito
Hoje são mais do que vitórias.
Você dizia que muito errei
E todas as vezes não teve resposta
Não que eu não reconhecesse
Algumas vezes até concordei
Mas o que eu iria dizer estava aquem
Ou gostaria de ouvir o que te convém?
Ah se esse teu leito falasse...
Eu não seria traidor
Eu teria abrigo
Eu não seria um complicador
Eu teria a razão comigo
Eu não falharia mais
E você não mais dormiria
Nesse leito que hoje tens dormido.
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