Essas tragédias particulares
Ovacionando os errôneos
Eventos espetaculares
Quase nunca espontâneos
Construir um erro
E com o dedo mirar
Um único receio
Em qual parte acertar
No peito a verdade
Entre as pernas anseio
Incalculável maldade
No gole um desejo
Vozes sem ruidos
O cúmulo do absurdo
Tampar os ouvidos
Para não ouvir
O meu eu-lírico
Que é um pouco de tudo
Já obrigou e quis servir
Mas que hoje é apenas mudo.
... enquanto és caçador, aprende a controlar, a mente finge dor, sem fazer os olhos marejar.
sexta-feira, 23 de dezembro de 2016
segunda-feira, 19 de dezembro de 2016
O cometa mais veloz da constelação
Luz clara, sem escurecer
Do pranto vim-te sorrir
Enfim meu corpo se fez esculpir
O elo de ligação não há de desaparecer.
Os sons estranhos
Que antes não faziam sentido
Agora não me deixam mais perdido
Como as cores do seus olhos castanhos.
Guerreiros como eu
Sem armaduras, sem nada
Já com a pele dilacerada
Tomavam para si o que era seu.
Queria eu ao ápice chegar
Ver meu teto escuro embranquecer
Ter a chance do meu nome esquecer
Em cadeira de balanço aconselhar.
Mas vejo o teto no chão caído
Sinto que fui a melhor opção
Como o cometa mais veloz da constelação
Com o itinerário invertido.
Quero ser os anéis de planeta
Para equilibrar toda a velocidade
Que um dia todos cheguem a eternidade
Como quem começa meteoro e termina cometa.
Do pranto vim-te sorrir
Enfim meu corpo se fez esculpir
O elo de ligação não há de desaparecer.
Os sons estranhos
Que antes não faziam sentido
Agora não me deixam mais perdido
Como as cores do seus olhos castanhos.
Guerreiros como eu
Sem armaduras, sem nada
Já com a pele dilacerada
Tomavam para si o que era seu.
Queria eu ao ápice chegar
Ver meu teto escuro embranquecer
Ter a chance do meu nome esquecer
Em cadeira de balanço aconselhar.
Mas vejo o teto no chão caído
Sinto que fui a melhor opção
Como o cometa mais veloz da constelação
Com o itinerário invertido.
Quero ser os anéis de planeta
Para equilibrar toda a velocidade
Que um dia todos cheguem a eternidade
Como quem começa meteoro e termina cometa.
domingo, 18 de dezembro de 2016
Ranger dos metais
No ritmo acelerado
De uma nação
Que ora é banhada por rios
Ora é esquecida no sertão
Como ganhar com 2 de copas
Um rei ou um valete
Sem que os pés afundem o chão?
Só sendo metade robô
Que um dia enferrujou
De água que se banhou
Em ultimato para lavar 'alma
De quem não precisava ter
Para fazer da vida, ilusão.
Sem conseguir envelhecer
Teve que reinventar e agora
Joga cartas para vencer
Ou para o futuro prever
Ainda faz chover e inunda
Mas também seca
Em uma sede profunda
Culturalmente ainda é plural
Mas não sei se os ouço bem
Não escuto os "s" no final
Ou a voz que está enfraquecida
Ou a ideologia de quem prega
A sonoridade da sociedade
De que anônima
Só a definição
Do que é pluralidade.
De uma nação
Que ora é banhada por rios
Ora é esquecida no sertão
Como ganhar com 2 de copas
Um rei ou um valete
Sem que os pés afundem o chão?
Só sendo metade robô
Que um dia enferrujou
De água que se banhou
Em ultimato para lavar 'alma
De quem não precisava ter
Para fazer da vida, ilusão.
Sem conseguir envelhecer
Teve que reinventar e agora
Joga cartas para vencer
Ou para o futuro prever
Ainda faz chover e inunda
Mas também seca
Em uma sede profunda
Culturalmente ainda é plural
Mas não sei se os ouço bem
Não escuto os "s" no final
Ou a voz que está enfraquecida
Ou a ideologia de quem prega
A sonoridade da sociedade
De que anônima
Só a definição
Do que é pluralidade.
quinta-feira, 1 de dezembro de 2016
Disfarce de invasor
Esquisitice de ser humano
Queremos o poder de pintar o céu
Mas furtamos por baixo dos panos
Roubamos uma cor mesmo sem ter pincel
Se precisarmos conquistar
Teremos que ter nossos direitos
Queremos o poder de pintar o céu
Mas furtamos por baixo dos panos
Roubamos uma cor mesmo sem ter pincel
Se precisarmos conquistar
Teremos que ter nossos direitos
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