terça-feira, 29 de junho de 2010

A carta de alforria

       Na maioria das vezes, nós não queremos nos prender a nada, mas nem sempre é assim. Ficamos presos à algo ou à alguém e quando, finalmente, nos libertamos, nos dá uma sensação de alívio. E nesse processo muitas coisas nos vêm à cabeça e não consiguimos expor esses sentimentos. Para jogar isso tudo para fora e não atingir ninguém, o melhor remédio é escrever.

       E aqui está minha carta de alforria, escrita na época que eu era preso e escravizado por sentimentos, até que percebo que o fato de estar preso não me fazia ser culpado. Aqui está ela:
" Tu acha mesmo que serás feliz com um cara que sempre correu de você ? Ser ingênua é uma coisa mas ser burra é outra. Pensa bem, não dou nem 2 meses para ele correr de você de novo, e eu não te ajudarei esquece-lo novamente. Tu sempre correu atrás e não será agora que vai obter resultado. Os papéis se inverteram, agora você que irá correr atrás e ter o que quer, não por muito tempo, logo tu sofrerás, porque estou tendo aqui minha tão sonhada liberdade. Agora sei porque me fez sofrer simplesmente porque você sente prazer em fazer isso e mais ainda em receber. A princesa vira bruxa, que adora morder a maçã envenenada, por sacrifício ? Não, apenas para se auto-satisfazer. "

2 comentários:

Anônimo disse...

Eu sie pra quem você quis dizer isso u.u

Wisconde disse...

UHAASUH Sabe ? Talvez nem foi eu que escrevi essa carta. Nem tudo que escrevo aqui é sobre mim :P