terça-feira, 12 de julho de 2011

Dear Maria, count me in

Do inevitável surgiu algo que ninguém ousa explicar
de uma parte simples, de uma simples ilusão sem sentido
foi construído um prédio sem permissão
andar a andar, janela por janela,
fuga de um perdão.


Uma bela flor, que não queria crescer
odiava o que havia se tornado,
seus heróis haviam a decepcionado
Deus havia falhado, e ela ...
tentava achar um culpado.

Ele tinha a missão de mostrar à ela
o que seus olhos viam, e o que seu coração esqueceu
mas que o medo escondia, por proteção
ela estava sóbria por um dia, exceção
ele aproveitou, explicou, e ela não se rendeu.

Sem desistir, ele procurou formas para dizer,
presa em um casulo, ela praguejava ao vento
apenas por um momento, ela sonhou
foi alto, e sem medo, se jogou
era tudo uma questão de tempo.

Ela não deixava ele reescrever o final, era sua sina,
ele se aproximou e profanou palavras em seu ouvido
ela hesitou, mas pela primeira vez ela tinha cedido
deixou que outra pessoa escrevesse em seu diário
rasgado ainda quando menina.

Ela amou ... aprendeu, se recusou, mas no fim... ela amou.
- Querida Maria, conte comigo.

Um comentário:

Daniella Maria disse...

E ela estava determinada a dizer o que sentia, porém, ainda tinha medo da reação de seu amado, mas tinha certeza.Ela estava amando pela primeira vez.O final da história dos dois já estava escrita, faltava escrever o começo...