Sem traços fortes, escuros ou claros,
Quem sabe em minhas paredes
Como faziam os primórdios.
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| Surreal, atemporal, o sentido não é perdido, é vital. |
As formas não formam os tons,
Vou escrever-te, vou declamar-te
Com os olhos, sem boca e sons.
Não sei bem o que farei
Só sei a qual pronome declamar
Do primeiro ao segundo, disso eu sei.
Vou a lugares, trago-te o luar
Mudo as cores dos verdes mares
Completo os sabores do seu paladar.

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