que habitaram por anos
o meu consciente.
Dia a dia, diziam:
De onde vens?
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| Cresça, inove-se, transborde, esvazie-se. |
Maior dos anseios
partilhar o sonho
que de tão sonhado
já era incolor.
Quanto mais crescia
o tom da pele escurecia
o coração se fortalecia
quase suportava a dor.
Após anos,
o gesto que restou,
submergia a alma
em dois céus, dois oceanos.
Enquanto sou céu, és lua
refletida em neblina,
espelhando-se em mim
criando forma e estrutura.
Assim teremos chances,
de alcançar liberdade solar
assistir a vida em suas nuances,
antes que a pele desmanche.
.

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