No final da estrada tem um ponto de ônibus me espere lá. Tire minhas dúvidas sem pegar nas minhas mãos, já que sou sujo demais para tal ocasião. Passou anos te escondendo, foi a juri popular por ocultação de defeito, em decomposição, há anos você tenta a auto-exumação para assim provar sua perfeição.
Ingênua ou não, usou do que tinha de mais forte para seduzir todos os outros réus.
Culpada ou não gritou, berrou e mostrou o verdadeiro lado, aquele lado que deu a tapa tempos atrás. Um soco, um tapa, um beijo com qualquer intensidade, não teria feito a mínima diferença.
Lembra de quando subiu ao mais alto que podia para pedir perdão de perto ?
Lembra de quando desceu ironizando por não ser respondida ?
Lembra quando evangelizou sem acreditar em cada vírgula ?
Então não perca mais seu tempo com o meu tempo, não se preocupe com os fins, pois os meios ainda nem te foram apresentados.
11 de Julho, condenada à prisão da sua própria mente culpada.
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