De sorriso a sorriso, contruí minha felicidade, de nada mais. Como um muro incompleto faltavam tijolos para completar, a luz que por este passava ofuscava o brilho do olhar mais puro, perdido na imensidão do horizonte. Tristeza proveitosa, tardia, eu diria, mas que me recompunha. Perdi tempo com o que me prendia, feito uma roupa ainda suja no varal ou uma música bem composta porém mal interpretada.
De sorriso, só de sorriso, contruí minha fortaleza, na qual luz nenhuma teimava em passar, por trás de sorrisos existem motivos, que ora me faziam chorar e ora sorrir de soluçar, motivos esses que nos fazem cantar, brincar, brigar... parar. Não, não diga isso! Não, não faça isso. Faça! Fiz.
Da tampa da caneta a ponta do giz, te escrevi sem descrever os detalhes por puro prazer. Enquanto sorrir, estamos protegidos, sem portas ou janelas, para sair só destruindo tudo que contruí por ti, fique a vontade para desistir, mas o que caiu não se ergue mais, não da mesma forma, não da (im)perfeição de antes.
Um comentário:
Como sempre, você escreve com o coração Will !!! Parabéns pelo belíssimo texto...
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