domingo, 18 de maio de 2014

Ô nega

Ô nega, me diga o que tu quer,
sambar no mesmo chão que eu,
já vi que não para de me olhar,
não disfarça que quer o que é meu.

Ginga como ninguém, como a convém
ô minha morena de que cor é,
o brilho que seus lábios têm,
responda enquanto rabisca com o pé.

E eu José, tô querendo te ver descer
na swingueira sensual de prazer
e me encantar a noite inteira,
na colisão dos corpos me perder.

Poderia até o sol nascer, pois é
e ainda assim estaríamos encantando
dizendo meias palavras, nos encarando,
ô, me diga logo como gosta e como quer.

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