A sombra no chão que seu corpo faz
O vento no meu rosto me faz lembrar
Da minha busca incessante pela paz.
Depois de tantos desafios vencidos
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| Em uma tela retangular, pinto o de mais irregular. |
Não consigo de nenhum deles recordar
Mas das palavras ditas a mim ao pé do ouvido
Não preciso fechar os olhos para escutar.
Me espere no pé da escada
Não tente subir, eu vou descer
Segurar suas mãos e agradecer
Pelos sorrisos, e até pelas lágrimas.
Se fui culpado por grande parte delas
Peço perdão, e não se preocupe
Estou bem, conhecendo meus iguais.
Hoje sou imagem como aquelas,
E pinto quadros, faço de vocês a minha tela
E vivo a vida em eternos jardins de florais.

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