Querem exaltar asas e penas
Não importa o ar que o sustenta
E nem se são poucos ou centenas
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| ... sem asas. |
Que o alimenta e faz alimentar
Respeitável público
Olha a sombra no chão a plainar
Em plenitude, cansam de aplaudir
As cores do pavão, seu brilho e tom
Quase não reparam a sorte
De quem não precisa se despir
E esses observadores nunca entenderão
Que feito de penas muitos são
Mas da pele, ora quente, ora fria
Sentiremos falta, sempre que a noite virar dia.

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