quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Delinquência corporal

Quem sou eu para questionar
Que horas o sol vai
Que horas o sol vem
Que corpo ele vai sombrear

Em um século avançado
A cor da pele ainda
Influencia em decisões
Os corpos são assombrados

Ficou fácil repreender
A mente que certa está
Vista por dentro ou fora
Propomos tudo perder

Viva em rota circular
Não deixem intervir
Que tirem a verdade
Para manter o paladar

O corpo se afasta
Em rápida resposta
Ora a alma derrete
Ora só se desgasta.

O corpo apenas reflete
Todo apontamento
Que ora faz vestir
Ora do corpo se despe.



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