sábado, 24 de novembro de 2012

Eis que chega a roda viva...

Seguirei teus passos fielmente como religião. Guardo nessa caixa meu repertório de metáforas, jogadas para um bom entendedor. Deixemos a palavras de lado, por um segundo, por consequências de atitudes. Convenhamos que uma história bem feita passa bem distante da nossa. Essa é a graça. O acerto nunca foi planejado, o herói desajeitado e anti-social conseguiu a afeição da população.
Não sabia proteger, foi protegido. Não sabia batalhar mas foi ovacionado.

Se em tua árvore eu puder construir uma casa, de um cômodo e meio, incompleta, virá a sensação de dever cumprido, e comprido, longevo. Compreendida a possibilidade de uma ventania devastar a casa, a árvore, o que restará? O que ficará de pé? Há pé?

Para todos os outros joões-de-barros, minha admiração. Se me tornei um deles foi por puro receio. Faço o que posso, e pude mais do que imaginei. Objeções? Eu tenho só uma. O pássaro voa, foge, foge da chuva, mas volta e voltaria mesmo se isso custasse sua liberdade de voar!

Assim como Buarque pediu silencio em Cálice e subjetivou a ditadura ao mostrar vida à roda, lutaremos para chegar ao objetivo com nossos próprios pés.

... e carrega você prá lá.

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